O meu primeiro desafio de 30 dias de 2014 serviu para que eu me disciplinasse a fazer algo durante 30 dias ininterruptos. Bem, funcionou. Agora quero direcionar esse segundo desafio para algo que tenha a ver com um hobbie, que é estudar coreano. Mas esse passatempo tem um objetivo: eu quero ser fluente em coreano e, agora que tenho mais tempo para me dedicar a isso, quero fazer coisas que me ajudem a conquistar esse objetivo.
Por isso, determinei que meu 2º desafio de 30 dias será assistir dramas coreanos. Isso vai me ajudar em dois processos: terminar o que comecei (minha lista de dramas a terminar é enorme) e também em adquirir vocabulário e compreensão do idioma.
Uma coisa sobre mim: morro de preguiça de fazer downloads de coisas: músicas, filmes, séries, novelas etc. Então vou aproveitar o catálogo do Netflix e cumprir meus 30 dias de dramas coreanos com os dramas que tem lá para streaming.
No momento estou assistindo Lie To Me, que me conquistou por causa da atriz Yoon EunHye. Estou no 2º dia de desafio e hoje terminei o episódio nº 13. Também estou assistindo pela 2ª vez Secret Garden, que é um dos poucos dramas que eu já tinha visto até o fim. Pode ser que eu assista City Hunter ou Warrior Baek Dong Soo. Não sei. E tenho Coffee Prince pra terminar - o único drama que baixei inteiro na vida.
Pra mim é muito difícil ficar sentada e enfrentar quase uma hora de capítulos de dramas coreanos. Talvez porque eu seja ansiosa demais e fique frustrada por causa do meu coreano, talvez porque sou desatenta demais e não consiga focar no que tá passando. Então, por causa dessa minha dificuldade, me propus a isso.
Boa sorte para mim! Espero que realmente possa tirar algum proveito disso. Hahaha.
Se alguém me perguntar qual é o meu nível de conhecimento em língua coreana, eu diria que é menos que o básico. Quer dizer, sei ler o alfabeto (hangul), sei escrever frases básicas, entender algumas coisas... Mas é muito pouco pra quem está em busca de se tornar fluente no idioma.
Conversei com um coreano que esteve no Brasil nesta semana e, quando disse para ele que naquele momento eu estava estudando coreano, ele perguntou se eu era fã de ídolos do pop coreano. Bem, eu disse que já não sou fã de K-pop como era antigamente. Gosto mesmo da língua coreana. E de descobrir aspectos culturais do povo coreano.
Conheci há uns meses um rapaz que estava à procura de quem ensinasse português. Em momento nenhum perguntei se ele era fã de futebol, samba, sertanejo. Perguntei o motivo: ele estava de viagem marcada para cá e queria entender o idioma.
Existem pessoas que ficam chateadas quando a primeira coisa que vem à mente dos estrangeiros quando se fala sobre o Brasil é futebol ou samba ou praias lotadas de mulheres lindas e homem sarados. Bem, a culpa não é inteiramente deles se o nosso país é vendido para fora com essas imagens. Se eu fosse ficar nervosa com o moço que me vendeu um par de galochas lá em Seul só porque ele começou a cantar um sambinha e falava do Ronaldinho, aí sim eu estaria vendendo uma imagem negativa do Brasil.
Da mesma forma, a Coreia do Sul é vista, para muitos, como o país da tecnologia super avançada, alto padrão de educação (à altas custas, btw), e a terra que fabrica dramas televisivos e ídolos do K-Pop como o Psy, ou os artistas que já vieram ao Brasil para se apresentar, entre eles o NU'EST, que esteve em Curitiba no último fim de semana. Então, na minha humilde opinião, penso que deveria ser uma tarefa fácil relativizar que esses aspectos atraem a atenção de milhares de pessoas para o país.
Então em vez de me envergonhar do Michel Teló - até porque não tenho motivo, fico feliz porque o Super Junior veio ao Brasil e fez a gente dançar com "Ai se eu te pego". Do mesmo jeito, fico feliz quando vejo a Escola Alegria promover festas com forró, funk, axé lá em Seul. É popular, é o que o povo brasileiro (e quando digo povo, digo a grande maioria, saiba lidar com isso) gosta.
delixia, delixia~
Bom, retomando o assunto do primeiro parágrafo, ainda tenho que me esforçar muito para aprender o idioma que tanto me fascina. E MUITO mesmo. Mas pretendo continuar, comemorando as pequenas vitórias, até estar apta a conversar só em coreano com meus amigos ou escrever textos inteiramente em coreano conseguindo expressar os meus pensamentos.
Nesta semana, vi que o aplicativo Naver Dictionary agora tem o dicionário coreano > português/português > coreano (Android | iOS). Torna as coisas mais fáceis, apesar de eu já estar meio viciada em estudar com base no inglês, uma vez que a maioria do material que tenho está em inglês. Acho que, quando escolhemos um método para estudar, é difícil mudar. Estou com o TalkToMeInKorean há muito tempo. :)
Dicionário Português no aplicativo Naver / Print
Pra quem está aprendendo uma linguagem nova, indico o Transparent Language. Há dicas e informações para quem quer se tornar poliglota e muitas pessoas mostram que o caminho pode ser mais fácil do que se imagina, caso você tenha força de vontade. :)
Para contextualizar: em 2010 a minha irmã, responsável pelo bom gosto musical dessa família, me apresentou um grupo de jazz/pop/blues que estava prestes a lançar o seu segundo álbum. Foi a primeira vez que ouvi a voz da Haewon e foi quando me apaixonei pelo Winterplay, cujo primeiro disco foi Choco Snowball, de 2008.
Na época, eles lançaram o álbum Touché Mon Amour e ganharam meu coração. Em 2010, o grupo era formado por Haewon Moon (vocal), Lee JuHan (trompete), Saza Choi (guitarra) e EunKyu (contrabaixo).
A partir daí fiquei encantada com a voz da Haewon, com o som do Winterplay em geral. Um facilitador para gostar do grupo, além do talento dos integrantes, é que eles gravam músicas originais e covers de músicas em inglês. Uma das que mais gosto é You're In My Heart, regravação do Rod Stewart.
Eles também arrasaram fazendo cover de Billie Jean (Hot Summerplay, 2009):
Bom, depois do segundo álbum, o grupo passou por mudanças. Pelo que soube via Facebook, EunGyu foi o primeiro a deixar o grupo. Em seguida foi a vez do Saza sair para investir em sua carreira solo como artista de blues.
Restaram o JuHan, que é o líder, e a Haewon. Os dois ficaram um bom tempo sem lançar uma música até que no natal de 2012 foi lançada na Ásia a canção Just This Christmas. Foi assim que confirmou-se que eles não mais faziam parte da Fluxus Music e agora estão com a LoudPigs Creative.
Então avançamos no tempo e vamos parar no dia 16 de julho de 2013, quando eu estava na cama da guesthouse, quase dormindo, quando vi pelo celular que a dupla havia criado uma promoção para o lançamento do seu terceiro álbum. Bem, estava tudo em coreano então eu tive que usar o dicionário para pegar os lances principais. Descobri que seria no Olleh Square, às 15h do dia 17. Então decidi que naquele dia eu só faria uma coisa: ir ao showcase do Winterplay.
Vamos agora ignorar o fato de que usei o GPS do telefone e me perdi em um lugar que simplesmente não dá pra se perder (o prédio fica em frente à Gwanghwamun Square) e vamos celebrar o fato de que consegui achar o lugar! *palmas*
Um alívio: as pessoas que estavam recebendo a plateia - maioria esmagadora era imprensa - falavam inglês. Perguntei se precisava pagar pra entrar e disseram que era de graça e que eu podia assistir. Fiquei tão feliz!
Quando cheguei, fiquei muito sem graça porque era a única estrangeira lá. Mas depois chegaram outras pessoas - acho que um dos rapazes que se sentaram perto de mim é chileno - e relaxei.
A única coisa que me doeu no coração foi o fato de eu não poder ganhar um kit do Winterplay que vinha com o disco novo, uma camiseta e mais alguma coisa que não lembro agora.
Foi assim que pude estar no showcase do 3º álbum - Two Fabulous Fools - e assisti em primeira mão o clipe da música de mesmo nome, faixa promocional do álbum.
Na verdade, o showcase teve início com a música Cannot Forget (못잊어), canção também do primeiro álbum. Foi quase impossível ficar sentada, porque essa música dá vontade de sambar e poxa, primeira vez que vi a Haewon cantar ao vivo. Eu a considero tão linda, com uma voz tão incrível! Foi a realização de um sonho. E também pude ver o JuHan, que eu sempre achei super legal e talentoso e que me respondia no Twitter quando eu tinha a ilusão de que um dia o grupo poderia vir para o Brasil se eu e minha irmã entrássemos em contato com algum festival de Jazz.
O esquema do showcase foi apresentar músicas do novo álbum e uma entrevista para a imprensa coreana. Durante a apresentação musical, o JuHan até chamou ao palco um convidado super especial - o cachorro Simba, que deu sua contribuição ao álbum com o uivo que dá início à música Shake it up and down. Também foram exibidos trechos de making of das faixas Shake It Up and Down e 노란 샤쓰의 사나이 (The Boy In The Yellow Shirt). Muito legal em ver o empenho dos músicos, principalmente do Juhan, que conforme escrito no encarte do disco, tocou trompete, cantou e fez tudo que pôde fazer nesse disco.
Durante a entrevista, quando tocaram no assunto da identidade do Winterplay, que começou como quarteto e agora tem apenas os dois membros originais e a banda de apoio, a dupla afirmou que seu foco é ser um grupo de pop-jazz que faz música de qualidade na Coreia.
Fiquei muito feliz em poder estar lá. E saí da Coreia com duas cópias do álbum: uma para mim e outra para minha irmã. E confirmo que eles foram bem-sucedidos ao fazer um som de qualidade, que mistura humor nas faixas leves com a melancolia das baladas como Pure Heart, que já é a minha preferida para meus momentos de fossa. Convido vocês a entrarem no site oficial e ouvirem o álbum e, quem sabe, adquirirem o álbum. Não vão se arrepender.
E se ouvir o disco não for suficiente, fiquem com os vídeos que gravei da apresentação. É uma delícia ouvir músicas que te emocionam interpretadas com músicos competentes e super talentosos.
(So Much For Love)
(As Tears Go By - cover da banda Rolling Stones)
Yoboseyo Baby
Nas duas vezes em que estive na Coreia, tive oportunidade de ver duas bandas que gosto muito. Standing Egg e Winterplay já foi. Quem sabe, da próxima vez, eu arranje companhia para assistir a shows de rock? Nell seria bom! Bye Bye Badman seria ótimo. Ou assistir 10cm? Seria mais um sonho realizado. :)
Edit: Clazziquai também!
Quando será essa próxima vez? Será que ela vai realmente acontecer? Vai saber...
Espero que tenham gostado do post. Não posso prometer um ritmo estável pra isso aqui. Só posso prometer que vou escrever quando tiver vontade. Hahaha. Até mais. :)
Bem tento imaginar e planejar o que farei daqui seis meses, um ano, no máximo dois. Mas quatro anos é um prazo tão longo que realmente não consigo projetar algo que possa ser concreto. Posso sim manter e dar continuidade aos objetivos que almejo atingir nos próximos dois anos, e também criar novos objetivos baseado no que será conquistado.
Vestindo Hanbok, roupa tradicional coreana (2012)
Faz muito tempo que estou ouvindo que provavelmente vou pra Coreia. Até meu pai já está começando a considerar a ideia. Não sei, não tenho vontade de me mudar para outro país, eu acho (tanta convicção em uma sentença... uau). Tenho vontade de estudar, conhecer a cultura e aprender a língua. Mas não necessariamente vontade de viver lá. Acho que, se fosse projetar uma mudança de cidade, iria para São Paulo, não para um lugar do outro lado do mundo. Tenho raízes muito fortes aqui. Mas isso pode mudar em quatro anos...
Hoje, no caminho para casa, estava pensando sobre o poder das palavras. No começo desse ano, mais precisamente, no começo do 1º semestre da faculdade, eu já estava bastante carregada e negativa, dizendo coisas ruins sobre onde estudo e sobre mim. Resultado: chegou maio, eu pirei. (Não literalmente, mas quase :P).
Ontem fui ao cardiologista para ele me dar o OK dele para que eu faça exercícios. Saí de lá bem, porque conversamos coisas boas e fui bem positiva. Mas o doutor Gil é tão amor que até a pessoa mais triste do mundo deve sair do consultório dele com um sorriso no rosto.
Gosto quando consigo ser otimista (bom, me considero bem otimista), gosto quando elogio pessoas, gosto quando elas estão comigo e sorriem e falam de coisas boas. São esses pequenos detalhes que fazem a vida valer a pena.
Meus posts às vezes podem parecer episódios de Os Simpsons, começam com uma temática, terminam com outra nada a ver. That's how I roll. :P
Eis que estou esperando o metrô e um senhor que está sentado ao meu lado observa que carrego dois livros para aprender coreano. Curioso, ele perguntou de onde sou. Respondi que vim do Brasil, e ele quis saber de que cidade. Contei que sou de Goiânia. Ele achou interessante eu estar empenhada em aprender a língua coreana. No mais, o que eu me lembro da conversa é que ele teria dito que "não importa a nacionalidade, acima de tudo, somos todos humanos". Bem, isso é o que eu ACHO que ele disse antes de se levantar e entrar no vagão do metrô. O velhinho se despediu fazendo sinal de 'jóia' pra mim. O inglês dele era bom, acho que, nesse caso, foi minha cabeça que falhou na hora de fazer as conexões de ideias.
Korean Grammar in Use (Begginer & Intermediate)
Por causa dessa dificuldade - mas nesse caso, a outra pessoa que falhou em se comunicar -, houve um desentendimento e também foi no metrô. Não sei se vocês sabem, mas quem mora em Goiânia, muitas vezes são daqueles coxinhas que experimentam água do mar pra ver se é salgada mesmo ou que se maravilham com metrô. Eis que estou na estação Hapjeong, fazendo uma gravação de um monitor do metrô (olha, dá pra ver se o trem tá se aproximando!). Ou seja, a câmera estava apontada para cima.
Daí surge do nada um cidadão perguntando se eu havia tirado foto ou vídeo. Bem, no começo foi isso que eu entendi. A gente deve ter ficado pelo menos uns cinco minutos tentando se comunicar sem se entender.
Pensei que ele tinha perguntado se eu havia tirado foto dele, respondi que não. Depois achei que ele queria tirar foto comigo. Bom, pela reação dele, vi que não. No fim das contas, eu já estava meio com medo, pensando em chamar um amigo pra me proteger daquele carinha magrelo insistente e foi então que decidi apagar o vídeo. Só que até chegar à essa decisão, eu já estava chorando (hahaha). Falei pra ele que tinha apagado tudo, no photo, no video, o moço então tomou o rumo dele e desapareceu. E eu lá, chorando feito boba, ainda sem entender o que tinha acontecido.
Pouco mais tarde encontrei o Lee, e relatei o que aconteceu. As hipóteses dele são de que se tratava ou de algum criminoso ou de alguém que está ilegalmente na Coreia do Sul. Sei lá. Fiquei super tensa porque vai saber, né? Você tá em outro país, mal fala a língua do lugar e entra numa situação dessas. E se o cara avançasse pra cima de mim? Bom, o Lee me disse que eu deveria ter chamado a polícia e que sempre que alguém me incomodasse, que eu procurasse alguém por perto pra me ajudar.
Na manhã seguinte contei pra minha irmã o que aconteceu. Meus pais não estavam em casa ainda, então ela repassou as notícias mais tarde.
"- E aí, Marina. Falou com a Lílian hoje? O que aconteceu com ela?
A vida é meio random. No começo de 2013 fui abatida por um desânimo gigantesco e uma vontade de fazer as coisas de um jeito que não estou acostumada. Resultado: em abril/maio comecei a me sentir completamente desanimada, desgastada, sem energia mesmo. Não via muito sentido em nada, não tinha vontade de fazer nada. E tinha faculdade, trabalho, as postagens no SarangInGayo e as gravações no SarangInGayoFM.
Não sei bem onde foi que perdi as estribeiras, mas como diz Rita Lee, "Um belo dia resolvi mudar, e fazer tudo que eu queria fazer~". Bem, não tudo. Eu descobri que estava empregando muita energia em muitas coisas e que seria o caso de parar de atuar em alguma área. Tive que fazer escolhas e definir prioridades. Foi então que, infelizmente, tive que me despedir do SarangInGayo, do SarangInGayoFM (saudades dos meus lindões) e investir em coisas que eu sabia que me trariam qualidade de vida.
Tenho 26 anos. Eu amo a vida. Naquela época estava tendo pensamentos não muito legais (não pensamentos suicidas, mas pensamentos do tipo 'queria dormir por muitos anos' ou coisas assim). Bom, entre as medidas que resolvi tomar, entrei na academia, busquei ajuda com minha psicóloga e com um psiquiatra, comprei livros, e tentei levar o semestre na faculdade da melhor maneira possível. Como naquele momento estava muito desgastada, os resultados não foram os melhores.
Ainda bem que, ainda em março, comprei minhas passagens para visitar a Coreia do Sul em julho. Fiquei por lá 12 dias - mas digo que foram 10 porque o primeiro e o último não contam. Vi amigos que eu amo, conheci pessoas legais, outras nem tanto. É a vida. O bom foi poder botar a cabeça no lugar, mesmo com a chuva e o calor...
Bom, pra quem não me conhece, meu nome é Lílian Cristina, tenho 26 anos, sou estudante de Gestão Executiva de Negócios na Faculdade Cambury e sócia da empresa Mplan Indústria e Comércio, em Aparecida de Goiânia, Goiás. Fazia um tempo que eu queria começar um novo blog. Comecei a blogar lá pelos idos de 2002, tive alguns blogs, gosto de escrever. Quase entrei para a carreira jornalística, estudando na UFG, mas deslizei no TCC e não voltei mais.
Comecei me apresentar no fim porque pra mim faz sentido. Sei lá. O endereço desse blog veio de uma expressão em coreano que vi ontem em um vídeo do TalkToMeInKorean: '하루 종일' (haru jong-il - por todo o dia/o dia todo). Foi nesse vídeo que vi também a expressão que usei como título desse post: ㄱㅅ very much. Escrevi isso em um caderno que uso pra fazer anotações e publiquei no KakaoStory, e alguém me disse que ㄱㅅ corresponde a 감사합니다 (kamsahamnida - muito obrigado) e que não significa 'very much'. Ah vá. (Disse que eu sabia, pois o pessoal do vídeo explicou).
Enfim, aqui eu vou escrever o que bem quiser, talvez o que não quiser, talvez esse blog dure anos ou eu o delete daqui uma semana, um mês, um ano. É só pra eu ter um lugar pra desabafar, ou pra fazer observações bem pessoais, ou pra escrever mais besteiras. Estava com saudades de escrever. :)